-
Prova I — Metástases hepáticas
O caminho inteiro da metástase colorretal até a cirurgia: a biologia do tumor primário, o microambiente que acolhe a metástase, os critérios de ressecabilidade, a imagem que estadia e planeja, a anatomia vascular e o volume de fígado que precisa sobrar.
-
Prova II — Câncer da vesícula biliar
Segundo as diretrizes NCCN. O eixo é uma decisão de cirurgião: diante do câncer achado no laudo de uma colecistectomia, reoperar ou não — e a resposta depende de uma única camada da parede. Em volta, o fator de risco, a biópsia que não se faz, a icterícia e o perfil molecular da doença avançada.
-
Prova III — Colangiocarcinoma intra-hepático
Segundo as diretrizes NCCN. Uma massa no fígado que precisa provar que é primária: a biópsia que nem sempre se faz, o linfonodo regional que se retira e o distante que contraindica a cirurgia, o estadiamento pelo tamanho, a ablação, a adjuvância e os alvos moleculares próprios do intra-hepático.
-
Prova IV — Colangiocarcinoma extra-hepático
Segundo as diretrizes NCCN. O endereço do tumor na via biliar escolhe a operação: o hilar leva à hepatectomia com o lobo caudado e, em casos selecionados, ao transplante; o distal, à pancreatoduodenectomia. Antes disso, estudar a via biliar antes de drená-la e afastar a doença por IgG4; depois, adjuvância, primeira linha e imunoterapia.
-
Prova V — Carcinoma hepatocelular
Segundo as diretrizes NCCN 2026.1, no padrão de prova de residência. O tumor que nasce de um fígado doente, e por isso exige cuidar de dois doentes: rastreamento, diagnóstico sem biópsia, Child-Pugh e MELD, critérios de Milão, ablação, quimioembolização, primeira linha sistêmica e vigilância.
-
Próximas provas
As demais provas de colangiocarcinoma entram aqui progressivamente, cada uma na sua página.